A Vivência de Cultura Urbana é uma atividade inovadora impactante na vida de quem participa voltada para escolas/colégios particulares do ensino fundamental II e médio. A experiência vivencial de “Cultura Urbana” acontece por meio do intercâmbio cultural-social, Ensaio Aberto, oficinas de Grafite, Break Dance (Dança de rua), MC (Mestre de Cerimônia) e DJ (Disk jockey).

Para A Banca a Cultura Urbana é a junção de diferentes linguagens culturais com origem urbana e suburbana, vivida e aperfeiçoada conforme o tempo por “artistas anônimos” distintos e originais

Mostra 2

As oficinas tem o tempo de duração de até duas horas nas dependências das escolas com até 30 jovens por turma. Para  as saídas culturais sociais utilizamos o tempo de um período do dia, ou seja, manhã ou tarde para visitação de lugares diferentes da realidades dos jovens, com a capacidade de até 50 pessoas por saída com café da manhã, almoço, espaço físico e anfitriões e locais incluso.

Veja a seguir um pequeno vídeo do Sr. Wagner Cafagni Borja atual na época (2013) diretor do ensino médio do colégio Lourenço Castanho falando quanto é importante a Vivência de Cultura Urbana para escolas particulares homogêneas socialmente.

Atualmente (2016) Wagner é Vice-Diretor na Escola Nossa Senhora das Graças e continua apoiando A Banca com a Vivência de Cultura Urbana.

Está a fim de promover a quebra de barreiras sociais no espaço em que você atua?Entre em contato conosco e no informe sua necessidade e faça conosco um orçamento exclusivo que atenderá suas necessidades e ainda impactará positivamente a vida das pessoas que convivem com você. E-mail: contato@abanca.org

1397069008 Standard

Educação Laica?

Para nós educadores populares que estamos inseridos nas ações desenvolvidas pela Produtora Cultural e Social A BANCA nos meios escolares públicos e privados, vê o retrocesso do Ministério da Educação neste momento, tem nos colocado frente a desafios e reflexões no sentido de publicizar e transparecer de forma prática e de fácil interpretação de todas e todos, sem ter caráter partidário, mas de relação direta com o processo democrático de direitos e de reparação necessária na nossa história e processo educacional.

A obrigatoriedade de inclusão de História e Cultura Afro-Brasileiras e Africanas nos currículos da Educação Básica, instituída pós anos de luta em 2003 e hoje pós 16 anos tratou-se de acertada decisão política, com fortes repercussões pedagógicas. O MEC pouco ou nada avançou para que na prática essa lei viesse a tona para além de diretriz locada em algum arquivo e com alguns posicionamento de afirmação e necessidade da mesma por meio deste ou daquele gestor(a) público. A implementação da Lei, reconhece-se que, além de garantir vagas para negros nos bancos escolares, é preciso valorizar devidamente a história e cultura de seu povo, buscando reparar danos, que se repetem há cinco séculos, à sua identidade e a seus direitos.
ESTADO-LAICO5
A relevância do estudo de temas decorrentes das produções sócio históricas afro- brasileiras e africanas não se restringe à população negra, ao contrário, diz respeito a todos os brasileiros, uma vez que devem educar-se enquanto cidadãos atuantes no seio de uma sociedade multicultural   capazes de construir uma nação democrática.

Em 2016 frente a todas as atrocidades constituídas pelo atual “governo federal” o MEC vem se portando e recebendo assessorias de pessoas com pouco conhecimento acadêmico e pratico do processo educacional para não dizer pessoas intuídas de retrocessos e decisões em torno das suas ideologias.

O MEC recentemente cancelou um encontro que ocorreria nesta semana com representantes de universidades e instituições educacionais que acompanharam e participaram da formulação da Base Nacional Comum Curricular, porém vem recebendo dia a dia por vias de reuniões a bancada Evangélica buscando garantir a inclusão de temas específicos e tomadas de decisões que não é de conhecimento de todos os brasileiros, pouco sabem, por exemplo, que no segundo escalão do MEC quem cuida das compras de livros didáticos, o qual praticamente direcional o teor do conteúdo a ser tratado nas escolas é representantes evangélicos.

De acordo com a LDB – Lei de Diretrizes de Base no artigo 33 “ o ensino religioso deve assegurar o respeito à diversidade cultural e religiosa existente no Brasil. Sendo assim o fenômeno religiosa torna-se "objeto de estudo", levando o docente a conhecer a pluralidade de manifestações religiosas existentes”.

A Lei que vem causando incomodo na bancada evangélica PL 10.639/03 Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana, vem sendo atacada todos os dias por meios de páginas sociais e mídias privadas dos quais querem convencer que seria uma apropriação das religiões de matriz africanas do currículo escolar, porem nada se compara com a PL 5336/16 que obriga a introduzir na currículo escolar a Teoria Criacionista, como parte do ensino obrigatório.

Fique atento, fique atenta avanços sociais e democráticos estão sendo leiloados dia a dia e não temos apropriação destes, por nos ser negado o direito e muitas das vezes entendimento das politicas públicas instituídas, até porque está não estão nas grandes mídias.

Nem passo atrás precisamos garantir que as Leis Sociais sejam implementadas e não retiradas, garantir que o Estado é LAICO, garantir que as escolas tenha em seus currículos reparações históricas, fatos verdadeiros e relacionados com a vida práticas de todos os seus alunos e alunas.

Segue PDF de apoio e normativas que rege a lei 10.639/03.

http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/orientacoes_etnicoraciais.pdf

Leia mais:

http://www.revistaforum.com.br/2016/06/02/bancada-evangelica- quer-incluir- criacionismo-e-excluir- religioes-de- matriz-africanas- do-curriculo- escolar-diz- presidenta-da- apeoesp/

http://colunaesplanada.blogosfera.uol.com.br/2016/05/30/evangelicos-querem- secretaria-de-drogas-do- mj-e- didatica-do- mec/

https://medium.com/n%C3%A3o-faz- a-fr%C3%ADgida/pol%C3%ADtica- fora-do-arm%C3%A1rio-bancada- evang%C3%A9lica-pressiona- temer-por- estatuto-da- fam%C3%ADlia-83af63a90eb1#.i7a3as1j4

http://noticias.terra.com.br/educacao/se-ensinam- teoria-de- darwin-que- ensinem-a- de-moises-diz- feliciano,4412f34424bcb85b6260806c66698d09ucigRCRD.html

Marcelo Rocha – DJ Bola

A Banca é uma produtora cultural social de impacto positivo que utiliza a música, a cultura Hip Hop, Educação popular e a tecnologia para promover a inclusão, fortalecer a identidade e o empreendedorismo juvenil periférico. Nascida em 1999 como movimento juvenil para fazer eventos de Hip Hop para sobreviver a dura realidade local onde o Jardim Ângela era o lugar mais violento do mundo segundo a ONU, em 2008 tornou-se uma empresa sem fins lucrativos após o processo de aceleração da ARTEMISIA. Nos dias atuais já desenvolveu projetos culturais sociais de impacto social positivo com o governo Municipal do Estado e Federal inclusive projetos de leis de incentivo como a Lei Rouanet e vem sendo referência na conexão entre escolas publicas e particulares.

O grande diferencial da A Banca é que além de trabalhar a cultura a música como educação, é colocado em pratica o exercício de cidadania organizando, discutindo e conectando os jovens das periferias com outros atores da sociedade, sendo um momento de reflexão e conhecimento do que acontece ao seu redor, com discussões compartilhadas dando ao jovem total liberdade de expressão e sentimento de participar de algo positivo onde as pessoas escutam umas a outras. Com a proposta de aprofundar questões como: saúde, meio ambiente, desarmamento, educação juvenil, moradia, quebra das barreiras sociais, empreendedorismo juvenil, fomento ao empreendedorismo cultural, transporte público, entre outros.

Missão:

Conectar pessoas e quebradas de diferentes realidades e condições sociais para proporcionar o empoderamento dos sonhos e a quebra das barreiras sociais.

Princípios

Fomentar o empreendedorismo de impacto periférico.
Fazer da tecnologia ferramenta multiplicadora de nossas ações.
Acreditar na cultura como potencial de transformação.
Causar impacto social positivo na sociedade.
Quebrar as barreiras sociais e econômica que segregam a sociedade.
Compromisso com a diversidade de gênero.
Não perder o foco e disciplina, sempre ter positividade para as escolhas que forem tomadas.
Honestidade com agente e com os outros.
Fazer de nossos sonhos a conexão com a transformação social positivo.
Acreditar na pessoas, sempre!
Acompanhar as tendências e inovações sociais tecnológicas.
Fazer valer os direitos básicos para a periferia.
Ser protagonista de nossas vidas.
Proporcionar o protagonismo juvenil.
Fazer das dificuldade aprendizagem para novas soluções.

Visão

Ser uma organização de referência mundial no fomento de negócios culturais sociais de impacto periférico.

Nossos valores

Troca de conhecimentos
Respeito
Humildade
Acreditar no sonho
Vivenciar
Força de vontade
Resistência e Resiliência
Acreditar no protagonismo juvenil
Foco e comprometimento no impacto social positivo para as pessoas
Promover o olhar do coração
Conectar-se com diferentes realidades
Valorizar os conhecimentos populares e saberes periféricos.
Cruzar educação tradicional com educação e conhecimentos periféricos

Nossas Referências

Artemisia
Vox Capital
Geekie
Racionais MC’s
Criolo
Emicida
Karol ComK
Paulo Freire
Mário Sérgio Cortella
Vivências na quebrada
Hip Hop
Favela Roandig
Lab Fantasma
Zero Neutro
Alto do Zé do Pinho
Cufa
Afroreggae
Bob Marley
Sérgio Vaz
Ferréz

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *