A Vivência de Cultura Urbana é uma atividade inovadora impactante na vida de quem participa voltada para escolas/colégios particulares do ensino fundamental II e médio. A experiência vivencial de “Cultura Urbana” acontece por meio do intercâmbio cultural-social, Ensaio Aberto, oficinas de Grafite, Break Dance (Dança de rua), MC (Mestre de Cerimônia) e DJ (Disk jockey).

Para A Banca a Cultura Urbana é a junção de diferentes linguagens culturais com origem urbana e suburbana, vivida e aperfeiçoada conforme o tempo por “artistas anônimos” distintos e originais

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As oficinas tem o tempo de duração de até duas horas nas dependências das escolas com até 30 jovens por turma. Para  as saídas culturais sociais utilizamos o tempo de um período do dia, ou seja, manhã ou tarde para visitação de lugares diferentes da realidades dos jovens, com a capacidade de até 50 pessoas por saída com café da manhã, almoço, espaço físico e anfitriões e locais incluso.

Veja a seguir um pequeno vídeo do Sr. Wagner Cafagni Borja atual na época (2013) diretor do ensino médio do colégio Lourenço Castanho falando quanto é importante a Vivência de Cultura Urbana para escolas particulares homogêneas socialmente.

Atualmente (2016) Wagner é Vice-Diretor na Escola Nossa Senhora das Graças e continua apoiando A Banca com a Vivência de Cultura Urbana.

Está a fim de promover a quebra de barreiras sociais no espaço em que você atua?Entre em contato conosco e no informe sua necessidade e faça conosco um orçamento exclusivo que atenderá suas necessidades e ainda impactará positivamente a vida das pessoas que convivem com você. E-mail: contato@abanca.org

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Mulheres Empreendedoras e VOX Capital

Quantas e quem são as Mulheres que ocupam espaço de Poder? Quais as referencias que existem? No tangente as Mulheres de Periferia quais os espaços de poder ocupados? Quais referencias de Mulheres Negras e Periféricas? Essa foram algumas das perguntas que motivou a minha participação na Roda de Conversa.

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Nesta Roda esteve presente mulheres empreendoras de diferentes áreas, porem como pouca representatividade Periférica, porem rico momento de troca de ideia de entender a importância de ocupar espaços onde nossas vozes fossem por nós e não sobre nós, articulação realizada, diagnóstico da ausência das agencias financiadoras de está em dialogo e tendo como protagonista o público alvo e não este ser objeto de especulação de resoluções muitas das vezes milionárias e sem efetivação por desconhecimento da prática.

As  Referencias das Mulheres Empreendedoras ainda está longe de ser “Nós” quebrada que estamos em mil fitas em mil articulações para podemos viver num espaço Machista, Racista e com preconceitos de classe. Minha fala pode não ter sido tão bem compreendida, mas resultou em falas de desconhecimento, de preconceitos, de não vivencias por não encontrar a porta de entrada. Houve momento de sororidade de gênero, obvio que de lugares diferentes SER Feminista na Quebrada é muito mais difícil que SER feminista na Vila Madalena.

Precisamos entender o novo Ecossistema das Finanças Sociais, as novas frentes de financiamentos, a urgência de novas tecnologias e as tendências de mercado.

Partilho um pouco das minhas referencias quando falo de Mulheres Empreendoras Periféricas e que eu carrego comigo por identidade:

Eliane Dias: Empresária do Grupo Musical Racionais MC’s;

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Adriana Barbosa: Idealizadora da Feira Preta;imagem3

 

Raquel Deeanto: Idealizadora da Marca Deeanto;imagem4

Lúcia Makena: idealizadora das Bonecas Makena;

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Debora Marçal: idealizadora da Marca Preta Rainha e coo-idealizadora da CIA Capulanas;imagem6

Alânia Cerqueira: Fundadora da Macambira Produções responsável pela Noite dos Tambores Zona Sul;

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Carmen Faustino: Escritora, revisora de diversos livros da Literatura Marginal Feminina;

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Elizandra Souza: Escritora, Jornalista, Locutora e idealizadora da revista Agenda da Periferia;imagem8

Jennyffer Nascimento: Escritora e Agende de Cultura e Coo-idealizadora da Revista Fala Guerreira;

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Dentre tantas guerreiras periféricas que nos encontramos em diferentes frentes e ações, todas as Mulheres mencionadas acima vivem financeira do que ACREDITA, DO SONHO, POR IDENTIDADE, NA SORORIDADE COM OUTRAS MINAS.

A violência sofrida por nossas antepassadas é parte do que somos, do que acreditamos e contra o que mais lutamos, buscamos a partir das nossas vivencia e práticas ser a protagonista e porta voz das nossas ações e garantir que as nossas correntes não seja mais presa pelos preconceitos e machismo posto ao nosso lado, nos nossos espaços e nos espaços que nos permeia.

Marcelo Rocha – DJ Bola

A Banca é uma produtora cultural social de impacto positivo que utiliza a música, a cultura Hip Hop, Educação popular e a tecnologia para promover a inclusão, fortalecer a identidade e o empreendedorismo juvenil periférico. Nascida em 1999 como movimento juvenil para fazer eventos de Hip Hop para sobreviver a dura realidade local onde o Jardim Ângela era o lugar mais violento do mundo segundo a ONU, em 2008 tornou-se uma empresa sem fins lucrativos após o processo de aceleração da ARTEMISIA. Nos dias atuais já desenvolveu projetos culturais sociais de impacto social positivo com o governo Municipal do Estado e Federal inclusive projetos de leis de incentivo como a Lei Rouanet e vem sendo referência na conexão entre escolas publicas e particulares.

O grande diferencial da A Banca é que além de trabalhar a cultura a música como educação, é colocado em pratica o exercício de cidadania organizando, discutindo e conectando os jovens das periferias com outros atores da sociedade, sendo um momento de reflexão e conhecimento do que acontece ao seu redor, com discussões compartilhadas dando ao jovem total liberdade de expressão e sentimento de participar de algo positivo onde as pessoas escutam umas a outras. Com a proposta de aprofundar questões como: saúde, meio ambiente, desarmamento, educação juvenil, moradia, quebra das barreiras sociais, empreendedorismo juvenil, fomento ao empreendedorismo cultural, transporte público, entre outros.

Missão:

Conectar pessoas e quebradas de diferentes realidades e condições sociais para proporcionar o empoderamento dos sonhos e a quebra das barreiras sociais.

Princípios

Fomentar o empreendedorismo de impacto periférico.
Fazer da tecnologia ferramenta multiplicadora de nossas ações.
Acreditar na cultura como potencial de transformação.
Causar impacto social positivo na sociedade.
Quebrar as barreiras sociais e econômica que segregam a sociedade.
Compromisso com a diversidade de gênero.
Não perder o foco e disciplina, sempre ter positividade para as escolhas que forem tomadas.
Honestidade com agente e com os outros.
Fazer de nossos sonhos a conexão com a transformação social positivo.
Acreditar na pessoas, sempre!
Acompanhar as tendências e inovações sociais tecnológicas.
Fazer valer os direitos básicos para a periferia.
Ser protagonista de nossas vidas.
Proporcionar o protagonismo juvenil.
Fazer das dificuldade aprendizagem para novas soluções.

Visão

Ser uma organização de referência mundial no fomento de negócios culturais sociais de impacto periférico.

Nossos valores

Troca de conhecimentos
Respeito
Humildade
Acreditar no sonho
Vivenciar
Força de vontade
Resistência e Resiliência
Acreditar no protagonismo juvenil
Foco e comprometimento no impacto social positivo para as pessoas
Promover o olhar do coração
Conectar-se com diferentes realidades
Valorizar os conhecimentos populares e saberes periféricos.
Cruzar educação tradicional com educação e conhecimentos periféricos

Nossas Referências

Artemisia
Vox Capital
Geekie
Racionais MC’s
Criolo
Emicida
Karol ComK
Paulo Freire
Mário Sérgio Cortella
Vivências na quebrada
Hip Hop
Favela Roandig
Lab Fantasma
Zero Neutro
Alto do Zé do Pinho
Cufa
Afroreggae
Bob Marley
Sérgio Vaz
Ferréz

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