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O Projeto Cidadãos de Dados da Periferia irá investir no conhecimento sobre Linguagem de Dados


A iniciativa – com apresentação da SGB e A Banca em apoio com o B3 e realização do PROMAC – irá apoiar 10 coletivos culturais periféricos das Subprefeituras do Campo Limpo, M'Boi Mirim e Capela do Socorro a ampliar os impactos positivos gerados pela organização usando tecnologia de Dados.

Mais informações pelo site: bit.ly/cdd-T6


Dados é a linguagem do futuro, ao longo dos anos a internet vem ganhando força no mercado e junto com ela as tantas informações que precisamos colher, analisar, compreender e armazenar para realizar uma campanha de sucesso.


Recentemente foi desenvolvida a LGPD Lei de Proteção de Dados a fim de proteger os dados que coletamos em inscrições ou vendas. Compreender a importância do conhecimento em linguagem de dados é manter a segurança do que é coletado, dar amplitude para as campanhas, ter conhecimento de como utilizar esses dados da melhor maneira sem infringir leis de privacidade e escolher a melhor forma de armazenar essas informações, trazendo possibilidades de crescimentos para o coletivo e o conhecimento necessário para mensurar os impactos positivos gerados pela ação.


O projeto Cidadão de Dados da Periferia busca por 10 (dez) coletivos culturais das Subprefeituras do Campo Limpo, M'Boi Mirim e Capela do Socorro para participarem dos encontros online de capacitação e formação em tecnologia de dados aplicados na prática.


Iniciaremos os encontros no dia 14 de Novembro ao dia 16 de Dezembro online com especialistas em Linguagem de Dados, nosso objetivo é de co-criar soluções baseadas em dados aplicados aos coletivos de forma a fomentar suas habilidades e empreendedorismo cultural e social, gerando impacto positivo em suas comunidades e estimulando a economia criativa e possibilidades de negócios culturais vivos.

Cidadão de Dados da Periferia visa apoiar coletivos culturais a traduzir a linguagem dos dados para que seus impactos e atividades possam ter maior amplitude, dinamismo e escala. Os 10 coletivos culturais selecionados receberam um investimento semente de 3 MIL reais, para assim colocar em prática todo o conhecimento adquirido nos encontros.

Serão trabalhadas 7 competências nas formações: Ler Dados, trabalhar com dados, analisar dados, comunicar com dados, tomar decisão orientada por dados, garantir ética e a utilizar dados e tecnologias para gerar impacto positivo.

As inscrições são gratuitas com vagas limitadas e estarão abertas até o dia 20 de Outubro pelo site: bit.ly/cdd-T6



A BANCA | A Banca é um negócio de impacto da periferia que proporciona uma mudança de perspectiva, contribuindo para que a periferia seja empreendedora do próprio sonho, com qualidade de vida, conectando pessoas e articulando o ecossistema. A A Banca nasceu como um movimento juvenil no final da década de 1990 quando o Jardim Ângela era o lugar mais violento do mundo. Em 2007, passou pelo processo de aceleração da Artemisia; em 2008, estruturou-se juridicamente, tornando-se uma associação. Desde o início de suas atividades, A Banca já realizou mais de 130 eventos gratuitos em espaços públicos da cidade de São Paulo, nos quais se apresentaram 120 grupos musicais, beneficiando diretamente 45 mil pessoas. Atuou com mais de 25 escolas públicas e privadas, oferecendo intervenções educacionais por meio da cultura Hip Hop e da Educação Popular. Foi a pioneira em fazer conexões de impacto, em busca de romper as

barreiras invisíveis culturais, sociais e econômicas com pessoas de diferentes realidades na cidade de São Paulo.


SGB | Organização nascida no ecossistema de inovação e tecnologia de Santa Catarina em 2012, o Social Good Brasil foi pioneiro ao trazer para o país tendências mundiais, como o uso de tecnologia e dados para o impacto social (tech e data for good). Sempre à frente do seu tempo, em 2017 a organização renovou o seu propósito com foco na inteligência de dados e na democratização da educação em dados para resolver grandes problemas sociais. O SGB defende o uso consciente da tecnologia, e acredita que pessoas, organizações e governos mais fluentes em dados tomam decisões mais críticas, cidadãs e éticas e estão capacitadas para o trabalho cada vez mais digital e para a segurança e proteção de dados. Com o objetivo de preparar as pessoas para os desafios e oportunidades dos próximos 10 anos, o SGB oferece uma jornada de educação em dados, em que pessoas e organizações podem tanto se capacitar nas competências de fluência em dados, como realizar um diagnóstico do seu nível de fluência, além de outros produtos educativos.


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